História
A escola foi fundada pela liderança da Igreja, através de reuniões com seu Conselho. A primeira reunião aconteceu no dia 25 de fevereiro de 1988 sob a presidência do Reverendo Eurípedes Flogêncio de Souza, onde foi apresentado para discussão o projeto da construção de salas onde seriam ministradas, tanto as aulas da Escola Bíblica Dominical da Igreja nos finais de semana, quanto às aulas de ensino regular durante a semana. Como forma de viabilizar e agilizar a construção das salas, a Igreja contou com a ajuda da Junta de Missões Nacionais, tanto financeiramente como através do envio de um representante para a análise e elaboração de documentos, permitindo, assim, a sua regulalização.
A Escola Presbiteriana de Cruzeiro do Sul é uma instituição privada de caráter filantrópico que tem seu CNPJ 14.341.200/0002-01 registrado no CEE/AC, Resolução CEE nº 06/95 e Parecer CEE nº 05/95. Em 04 de fevereiro de 1997 o Reverendo Joaquim Mateus Barbosa, atual pastor da Igreja Presbiteriana, assinou o Convênio SEE nº 001/1997 com o Estado, através da Secretaria de Estado de Educação representada pelo Secretário de Educação da SEE, Alércio Dias, no qual durante alguns anos, a escola passou a receber benefícios financeiros e funcionais para a manutenção da referida, funcionando no 1º e 2º turnos com Ensino Infantil e Fundamental do 1º ao 9º ano. A partir de 2009, a escola deixou de oferecer o ensino infantil e passou a oferecer apenas o Ensino Fundamental I e II. O convênio com a SEE durou até o ano de 2003 – Decreto nº 8.721 de 01 de outubro de 2003.
Identidade
A escola foi fundada pela liderança da Igreja, através de reuniões com seu Conselho. A primeira reunião aconteceu no dia 25 de fevereiro de 1988 sob a presidência do Reverendo Eurípedes Flogêncio de Souza, onde foi apresentado para discussão o projeto da construção de salas onde seriam ministradas, tanto as aulas da Escola Bíblica Dominical da Igreja nos finais de semana, quanto às aulas de ensino regular durante a semana. Como forma de viabilizar e agilizar a construção das salas, a Igreja contou com a ajuda da Junta de Missões Nacionais, tanto financeiramente como através do envio de um representante para a análise e elaboração de documentos, permitindo, assim, a sua regulalização.